quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Terço dos Homens Mãe Rainha - Movimento Apostólico de Schoenstatt

                  Movimento Apostólico de Schoenstatt

 
Movimento Apostólico de Schoenstatt, fundado pelo Pe. José Kentenich em 18 de outubro de 1914, em Schoenstatt, na Alemanha. Essa fundação se origina na experiência da Aliança de Amor que um grupo de seminaristas, convidados pelo Pe. José Kentencih, selam com Maria; convidando a Virgem Santíssima a se estabelecer na pequena capela e fazer daquele lugar um Santuário de Graças. A resultante dessa consagração a MARIA, é o crescimento que houve em torno do Santuário, agregando novos aliados e se tornando o centro de irradiação e fonte de graças para toda a obra de Schoenstatt. A Aliança de Amor é um meio de melhor viver a nossa aliança batismal, e assim crescer numa profunda fé na Divina Providência e lutar pela santidade da vida diária.
O Movimento Apostólico de Schoenstatt tem sua unidade central na Aliança de Amor com a Mãe e Rainha Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, na vinculação ao Santuário e na fidelidade ao Fundador da Obra Pe. José Kentenich. 

Os padres do movimento de Schoenstatt


A constituição da nova “Pars Motrix et Centralis – Parte Motriz e Central” da Obra de Schoenstatt foi levada a efeito em julho de 1965. Os Padres de Schoenstatt regem-se por Estatutos já aprovados pela Santa Sé. Todo candidato aceito ficará sob responsabilidade educativa e econômica do Instituto. O ingresso é feito por uma consagração-contrato que obriga à fidelidade tanto o Instituto, como o membro.
O Instituto dirige-se pelos ideais de Schoenstatt, por sua ascese e pedagogia. Com relação a São Vicente Pallotti, o Instituto mantém em primeiro lugar aquela relação, nascida do Ato Complementar realizado pelo Pe. José Kentenich em 1916, em razão do qual todo schoenstatiano aceita a pessoa, o carisma e a idéia original de São Vicente: A Confederação Apostólica Universal. Segundo o desejo expresso do Pe. Kentenich, toda a Família de Schoenstatt vê nisso uma grande fonte de graças. Como Instituto, os Padres de Schoenstatt guardam uma responsabilidade histórica especial perante São Vicente Pallotti.
Por desejo expresso do Fundador, os Padres de Schoenstatt manterão por um tempo um só Noviciado e um só Seminário Maior, a fim de conseguir uma forte unidade no campo da educação e no desempenho de sua tarefa. Ambos funcionam atualmente na Alemanha.
‘Essa estrutura da Obra de Schoenstatt e a posição dos Padres de Schoenstatt dentro dela obrigam-nos a cultivar um alto grau de espírito natural-sobrenatural genuinamente schoenstatiano. E esse cultivo exige, por sua vez, que a maioria dos Padres viva em comunidade de teto e mesa. Dada sua função, os Padres de Schoenstatt normalmente estão lá onde outras Comunidades schoenstatianas se encontram.
Hoje, a Família dos Padres de Schoenstatt encontra-se espalhada pela Alemanha, Suíça, Portugal, Espanha, Chile, Brasil, Argentina, Equador, Estados Unidos, África do Sul, Austrália, Burundi, na África, Paraguai, e outros lugares mais. Em fins de 1977, o Instituto contava com 160 padres, 26 estudantes de filosofia e teologia e 48 noviços.
Os Padres de Schoenstatt do Brasil possuem sua sede principal em Jaraguá, São Paulo, Capital, junto ao histórico Pico de Jaraguá.



 
 
 Santuário da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, na cidade de Olinda, Diocese de Olinda e Recife. O Terço dos Homens Mãe Rainha (THMR) tem no Santuário da Mãe Rainha de Schoenstatt seu berço e fecundidade apostólica. Foi a partir da vinculação ao Santuário de Olinda que o THMR se expandiu através do Brasil e do Mundo, levando sempre a mensagem da conversão especialmente aos homens. Este serviço Apostólico conta, desde os inícios, com a assessoria dos Padres de Schoenstatt, e reconhecido amplamente por todos os bispos do Brasil.

Um pouco sobre Olinda

Olinda era o local mais rico do Brasil Colônia segundo Pero de Magalhães Gândavo, posto que manteria até a invasão holandesa - pouco antes,em 1618, Olinda foi referida como uma "Lisboa pequena" —, quando os neerlandeses a destruíram, escolhendo o Recife como a capital do Brasil Holandês. Após a Insurreição Pernambucana, Olinda voltou a ser a sede da Capitania de Pernambuco, porém sem a influência de outrora, o que ocasionou conflitos como a Guerra dos Mascates. Em meados do século XIX, Olinda deixou de ser a capital de Pernambuco.
Mais antiga entre as cidades brasileiras declaradas Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, Olinda foi o segundo centro histórico do país a receber tal título, em 1982, após Ouro Preto. É considerada uma das localidades coloniais mais bem preservadas do Brasil.
Olinda foi eleita a primeira Capital Brasileira da Cultura, após concorrer com as cidades de Salvador e Salvador e João Pessoa.




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