terça-feira, 28 de maio de 2019

Um sinal infalível para distinguir um inimigo de Deus: o desprezo por Maria

Nossa Senhora do Carmo
                                 CC
Inglaterra: Nossa Senhora do Carmo. São Simão Stock vivia num mosteiro em Cambridge. Certo dia, rezando a Nossa Senhora para que lhes enviassem um sinal de proteção, Maria apareceu-lhe e entregou um escapulário. Desde, então, o uso do escapulário foi se espalhando ao redor do mundo, assim como a devoção a Nossa Senhora do Carmo.
 

Um dos santos católicos mais conhecidos pela devoção mariana declara, contundente: "Quem não tiver Maria por mãe, não tem Deus por Pai"

Autor do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria“, São Luís Maria Grignion de Montfort é um dos santos católicos mais conhecidos por viver e espalhar o amor a Nossa Senhora. Nessa missão devocional, ele às vezes precisou empregar palavras contundentes, voltadas não àqueles que não conhecem Maria e por isso não compreendem o seu amor, mas sim àqueles que, conhecendo-a e sabendo que o próprio Jesus a confiou a nós e nos confiou a ela, ainda assim a desprezam, detestam ou propositalmente a ignoram.
Algumas dessas palavras fortes podem ser conferidas no seguinte extrato do mesmo tratado:
“Tal como na geração natural e corporal existe um pai e uma mãe, assim também na geração sobrenatural e espiritual há um pai que é Deus e uma mãe que é Maria. Todos os verdadeiros filhos de Deus têm Deus por Pai e Maria por sua mãe; quem não tiver Maria por mãe, não tem Deus por Pai.

É por isto que os infames, tais como os hereges e os cismáticos, que detestam, desprezam ou ignoram a Santíssima Virgem, não têm Deus por pai apesar de cheios de arrogância proclamarem que têm, porque não têm Maria por mãe. De fato, se eles a tivessem por mãe iriam amá-la e honrá-la como os bons e verdadeiros filhos naturalmente amam e honram a mãe que os deu à vida.

Um sinal infalível e sem engano pelo qual podemos distinguir um herege, um homem de doutrina falsa, um inimigo de Deus, de um dos verdadeiros amigos de Deus é que o herege e o pecador endurecido não mostram nada a não ser desprezo e indiferença por Nossa Senhora. Eles se esforçam, com palavras e exemplo, aberta ou insidiosamente, algumas vezes sob pretextos enganadores, para rebaixar o amor e a veneração a ela”.

Fonte:aleteia.org
 

Terço dos Homens Mãe Rainha, Mês de Nossa Mãe Maria, Nossa Rainha.

Nessa última segunda feira 27/05, na paróquia de Nossa Senhora do Carmo, foi realizado último terço do mês de maio do Movimento do Terço dos Homens Mãe Rainha, Mês de Nossa Mãe, Mãe Rainha, Seu amor incondicional, sua ternura, sua força e fé nos mostram o quanto podemos suportar diante das aflições da vida e o quanto o ato de ser mãe é uma dádiva na vida das mulheres. Maria não é só mãe de Jesus, mas também mãe da Igreja Católica. Acompanhou seu filho do primeiro até o último dia de sua vida e sempre esteve em seu coração nos momentos mais difíceis da sua jornada.

Nossa Senhora, Nossa Mãe, Rogai por nós..










segunda-feira, 27 de maio de 2019

“Minha Mãe, minha Rainha”: irmã Kelly canta na consagração do Brasil ao Coração de Maria

consagração Brasil Imaculado Coração de Maria 

A cerimônia foi realizada nesta semana no Palácio do Planalto

A religiosa cearense irmã Kelly Patrícia, uma das fundadoras do instituto de vida religiosa Hesed (pronuncia-se “rézed” e significa “misericórdia”, em hebraico), participou do ato de consagração do Brasil a Jesus através do Imaculado Coração de Maria, realizado na última terça-feira, 21 de maio, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, e do bispo dom Fernando Arêas Rifan, atual ordinário da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney.
 
Depois da oração de um mistério do Santo Rosário, a irmã Kelly Patrícia entoou na solenidade o canto “Minha Mãe, minha Rainha”, cujo refrão foi acompanhado pelos presentes.
O seguinte vídeo, compartilhado no YouTube, reconstitui uma transmissão ao vivo realizada durante o ato de consagração. O canto da irmã Kelly começa a partir do minuto 5:


 

 

 

10 Conselhos de Dom Gil para os grupos de Terço dos Homens

O XI Romaria do Terço dos Homens no Santuário de Aparecida foi um encontro de bênçãos, partilhas e oração. Já na missa de abertura, que aconteceu no dia 15 de fevereiro de 20019, às 18h, no Altar Central, Dom Gil Antônio Moreira, Arcebispo de Juiz de Fora (MG) e Referencial para o Terço dos Homens, deixou vários conselhos importantes para os homens de fé durante a sua homilia.

Thiago Leon 
Destacamos os principais pontos para a reflexão dos grupos de Terço dos Homens:

1 - O homem que reza o terço olha para Jesus e aprende cada vez mais com Ele, a cada dia;

2 - Quem reza o terço não é mais surdo; ele escuta. Porque quando nós rezamos, nós não só falamos a Deus, mas Deus fala a nós;

3 - O terço nos faz ficar com os ouvidos mais apurados, para escutar tudo mais o que Jesus quer nos falar e nos ensinar.

4 - É preciso escutar com devoção, escutar o que o colega está falando, escutar o que o irmão está falando;

5 - Você, quando está unido para rezar, Deus está falando também através da sua união, pela sua presença no grupo. O seu testemunho fala, por isso traz gente para Cristo;

6 - É preciso ir atrás daqueles que não vem, daqueles que estão desanimados, daqueles que foram para outros caminhos... É preciso chamá-los;

7 - Quando reza com fé, você está, com o seu exemplo, atraindo outros homens;

8 - O nosso terço nos impulsiona para agir; muitos grupos de Terço estão agindo em favor dos mais pobres, dos doentes;

9 - Nós não temos mais acanhamento de falar sobre Jesus, porque no terço nós também falamos. A nossa língua fica solta para falar das coisas do alto;

10 - Duas coisas se casam como ouvir e falar: agir e rezar. Assim deve ser na vida dos homens do terço.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Do perdão de Jesus na Cruz brota a paz, mas devemos pedir "livrai-nos do mal"

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"A oração de Jesus nos deixa a mais preciosa das heranças: a presença do Filho de Deus que nos libertou do mal, lutando para convertê-lo. Na hora do combate final, intima a Pedro para embainhar a espada, ao ladrão arrependido assegura o Paraíso, a todos os homens ao seu redor, inconscientes da tragédia que estava ocorrendo, oferece uma palavra de paz: "Pai, perdoai-os, porque não sabem o que fazem".
Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

 “Do perdão de Jesus na Cruz brota a paz, a verdadeira paz vem de lá (...). O Senhor nos dá a paz, nos dá o perdão, mas nós devemos pedir "livrai-nos do mal", para não cair no mal. Esta é a nossa esperança."

Diante dos milhares de fiéis presentes na Praça São Pedro para a Audiência Geral, o Papa Francisco deu continuidade ao seu ciclo de catequeses sobre a oração do Pai Nosso, falando nesta quarta-feira sobre a expressão “Livrai-nos do mal!”

A presença ameaçadora do mal

 

“Com esta expressão – explicou -  aquele que reza não somente pede para não ser abandonado no tempo da tentação, mas também suplica para ser libertado do mal. O verbo grego original é muito forte: evoca a presença do maligno que nos rodeia e quer nos devorar (cf 1 Pe 5, 8) e do qual pedimos a Deus a liberação”.

Jesus, de fato, ensina aos seus amigos a colocarem a invocação do Pai antes de tudo, até mesmo e especialmente nas vezes em que o maligno faz sentir a sua presença ameaçadora.

De fato – observa Francisco - a oração cristã é uma oração filial e não uma oração infantil (...). Se não existissem as últimas palavras do “Pai Nosso”, “como os pecadores, os perseguidos, os desesperados, os moribundos poderiam rezar”? pergunta. A última súplica é justamente a nossa súplica quando estivermos no limite, sempre. E explica:

 “Há um mal em nossa vida, que é uma presença indiscutível. Os livros de história são o desolador catálogo de quanto a nossa existência neste mundo tem sido uma aventura muitas vezes fracassada. Há um mal misterioso, que certamente não é obra de Deus - sim, não é obra de Deus -, mas penetra silencioso entre as páginas da história. Silencioso como a serpente que carrega o veneno silenciosamente.”
“Em alguns momentos – enfatizou o Pontífice - parece até mesmo assumir o controle: em certos dias, sua presença parece até mesmo mais nítida do que aquela da misericórdia de Deus. Nos momentos do desespero é mais nítida”:
A pessoa que reza não é cega, e vê com clareza diante de seus olhos esse mal que é tão presente e tão em contradição com o mistério próprio de Deus. Não há ninguém entre nós que possa dizer estar isento do mal, ou de não ser ao menos tentado. Todos nós sabemos o que é o mal, todos nós sabemos o que é a tentação, todos nós experimentamos na própria carne a tentação, de qualque pecado. Mas o tentador que nos sugere - faz isto, pensa isto, vai por aquele caminho - nos leva ao mal.”

O último grito do Pai Nosso contra este mal

 

O último grito do "Pai Nosso" – diz  o Pontífice - é lançado contra este mal "de abas largas", que abarca as mais diversas experiências: o luto do homem, a dor inocente, a escravidão, a instrumentalização do outro, o choro de crianças inocentes. Todos esses eventos clamam no coração do homem e tornam-se voz na última palavra da oração de Jesus.
E precisamente na narrativa da Paixão – acrescentou – algumas expressões do “Pai Nosso” encontram seu eco mais impressionante: “Abbà! Pai! Tudo é possível para ti. Afasta de mim este cálice! Contudo não seja o que eu quero, mas o que tu queres”:
“Jesus experimentou plenamente o ferimento do mal. Não somente a morte, mas a morte na Cruz. Não somente a solidão, mas também o desprezo, a humilhação. Não somente a aversão, mas também crueldade, a hostilidade contra ele. Eis o que é o homem: um ser devotado à vida, que sonha o amor e o bem, mas que depois continuamente expõe a si mesmo e seus semelhantes ao mal, a ponto de sermos tentados a nos desesperarmos com o homem”.
Neste sentido, o "Pai Nosso" assemelha-se a uma sinfonia que pede para ser cumprida em cada um de nós. O cristão sabe quão subjugador é o poder do mal e, ao mesmo tempo,  experimenta o quanto Jesus, que nunca sucumbiu às sua lisonjas, está do nosso lado e vem em nosso auxílio.

Jesus promete libertar-nos do mal

 

Assim, a oração de Jesus nos deixa a mais preciosa das heranças, enfatiza o Papa: a presença do Filho de Deus que nos libertou do mal, lutando para convertê-lo. Na hora do combate final, intima a Pedro para embainhar a espada, ao ladrão arrependido assegura o Paraíso, a todos os homens ao seu redor, inconscientes da tragédia que estava ocorrendo, oferece uma palavra de paz: "Pai, perdoai-os, porque não sabem o que fazem":
"Do perdão de Jesus na Cruz brota a paz,  a verdadeira paz vem de lá: o dom do Ressuscitado é a paz, um dom que nos dá Jesus (...). O Senhor nos dá a paz, nos dá o perdão, mas nós devemos pedir "livrai-nos do mal", para não cair no mal. Esta é a nossa esperança, a força que nos dá Jesus, Jesus ressuscitado, que está aqui, em meio a nós, está aqui. Está aqui, e aquela força que nos dá para seguir em frente e nos promete libertar-nos do mal".


Papa convida crianças refugiadas para andar no papamóvel

 

O Santo Padre, na passagem entre os fiéis antes da catequese, fez com que 8 crianças chegadas da Líbia com o corredor humanitário de 29 de abril passado e em um barco há alguns meses atrás, subissem no papamóvel.
As crianças, de diferentes nacionalidades - incluindo a Síria, Nigéria e Congo - estão atualmente hospedadas com suas famílias no Centro "Mondo Migliore" de Rocca di Papa, assistidas pela Cooperativa "Auxilium".






O belo significado das palavras finais de Maria na Bíblia

 

Palavras que ecoam até hoje no coração dos cristãos

Enquanto São José aparece silencioso em todo o Novo Testamento, há várias falas da Virgem Maria. Algumas de suas palavras mais interessantes estão no Evangelho de João, no contexto das “Bodas de Caná”. Maria, sempre atenta às necessidades dos outros, percebe que o casal de noivos ficou sem vinho. Ela, então faz seu filho, Jesus, ficar a par da situação. Depois, ela profere suas últimas palavras na Escritura:
“Disse, então, sua mãe aos serventes: “Fazei o que Ele vos disser” (João 2,5). 
São palavras profundas e podem proporcionar uma vida inteira de meditação. A ordem de Maria (“Faça o que Ele lhe disser”) não se aplica apenas aos garçons da festa, mas a todos os cristãos ao longo da história.

A missão dela sempre foi apresentar as pessoas a seu filho e instá-los a seguir seus comandos. Ou seja: Maria leva os outros a Cristo e – aquelas palavras ecoam até hoje. 
Além disso, essas palavras destacam a necessidade de ação em nossa vida. Não basta simplesmente professar nossa fé em Jesus Cristo, devemos também vivê-la, seguindo cada palavra Dele.
O Catecismo da Igreja Católica explica essa realidade ao discutir o sacramento da confirmação, que, literalmente, “confirma” o batismo:
“A Confirmação completa a graça baptismal; ela é o sacramento que dá o Espírito Santo, para nos enraizar mais profundamente na filiação divina, incorporar-nos mais solidamente em Cristo, tornar mais firme o laço que nos prende à Igreja, associar-nos mais à sua missão e ajudar-nos a dar testemunho da fé cristã pela palavra, acompanhada de obras” (Catecismo da Igreja Católica, 1316).
Enfim, se quisermos ouvir as palavras de Maria, devemos examinar nossas próprias vidas e avaliarmos o quanto obedecemos aos mandamentos de Deus em nossas palavras e ações.

Como diz o velho ditado, “as ações falam mais alto que as palavras”.

Fonte:aleteia.org

segunda-feira, 13 de maio de 2019

A missão da Irmã Lúcia

A difusão da devoção ao Imaculado Coração de Maria foi a incumbência específica dada por Nossa Senhora a essa privilegiada vidente.

A visita da Virgem Maria foi para a Irmã Lúcia “o início de uma singular missão, à qual ela se manteve fiel até ao fim dos seus dias”, afirma o Papa João Paulo II na mensagem enviada ao Bispo de Coimbra, por ocasião das exéquias da quase centenária freira carmelita.
Qual foi em concreto essa missão? A resposta, encontramo-la nas “Memórias” de Lúcia.

A graça de Deus será vosso conforto
NOSSA SENHORA IMAC CORAÇAO_1

Com aquela celestial Senhora “vestida de luz”, a vidente manteve vários diálogos. Já na primeira aparição, a 13 de maio, perguntou-lhe:

– E eu também vou para o Céu?
– Sim, vais.
– E a Jacinta?
– Também.
– E o Francisco?
– Também, mas tem que rezar muitos Terços. (…) Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores?
– Sim, queremos.
– Ide, pois, ter que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto.

“Foi ao dizer estas palavras – esclarece a Irmã Lúcia, em suas memórias – que abriu as mãos, fazendo penetrar em nossos peitos o reflexo que delas expedia. A qual luz nos penetrava no peito e no mais íntimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente do que nos vemos no melhor dos espelhos. Então, por um impulso íntimo, também comunicado, caímos de joelhos e repetíamos intimamente: ‘Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento’.
“Passados os primeiros momentos, Nossa Senhora acrescentou: ‘Rezem o Terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra’.”

Jesus quer servir-Se de ti para Me fazer conhecer e amar

Na segunda aparição, a 13 de junho, Nossa Senhora confiou à Irmã Lúcia uma missão específica, dizendo-lhe:
– A Jacinta e o Francisco, levoos em breve, mas tu ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-Se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação, e serão queridas de Deus essas almas, como flores postas por Mim a adornar o seu trono.

E a eleita religiosa acrescenta: “Nossa Senhora me disse que nunca me deixaria e que seu Imaculado Coração seria o meu refúgio e o caminho que me conduziria a Deus”.

Comentando essa confortadora promessa da Santíssima Virgem, Jacinta expande-se com sua prima em manifestações de amor:

“Aquela Senhora disse que o seu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá a Deus. Não gostas tanto disto? Eu gosto tanto do seu Coração! É tão bom! Gosto tanto do Coração Imaculado de Maria! É o Coração da nossa Mãezinha do Céu! Tu não gostas tanto de dizer muitas vezes: Doce Coração de Maria! Imaculado Coração de Maria! Eu gosto tanto, tanto! Doce Coração de Maria, sede a minha salvação! Imaculado Coração de Maria, convertei os pecadores, livrai as almas do inferno!”

Eu fico mais algum tempo na terra

A designação de Lúcia para uma missão específica é relatada, com acréscimo de alguns pormenores, num diálogo entre os três pastorinhos a propósito da aparição de 13 de junho de 1917. Francisco pergunta à sua prima:

– Para que estava Nossa Senhora com um coração na mão espalhando pelo mundo essa luz tão grande que é Deus? Tu estavas com Nossa Senhora na luz que descia para a terra, e a Jacinta, comigo, na que subia para o Céu.
– É que tu, com a Jacinta, vais em breve para o Céu, e eu fico com o Coração Imaculado de Maria mais algum tempo na terra.
– Quantos anos ficas aqui?
– Não sei, bastante tempo!
– Foi Nossa Senhora quem o disse? – insiste Francisco.
– Foi. E eu o vi nessa luz que Ela nos fez penetrar no peito.
Ouvindo esta última afirmação, Jacinta exclama:
– É assim mesmo! Eu também assim o vi. Esta gente fica tão contente só por lhe dizermos que Nossa Senhora mandou rezar o Terço e que aprendesses a ler! O que seria se soubessem o que Ela nos mostrou em Deus, no seu Imaculado Coração, nessa luz tão grande! Mas isso é segredo, não se lhe diz. É melhor que ninguém o saiba.

Amor ardente ao Imaculado Coração

pastorinhos de FatimaE em outro trecho das “Memórias”, a Irmã Lúcia escreve: “Parece-me que, naquele dia (13 de julho de 1917, terceira aparição), este reflexo teve por fim principal infundir em nós um conhecimento e amor especial para com o Coração Imaculado de Maria, assim como das outras duas vezes o teve a respeito de Deus e do mistério da Santíssima Trindade.
Desde esse dia, sentimos no coração um amor mais ardente pelo Coração Imaculado de
Maria”.


Qual era a força desse amor, pode-se avaliar pela recomendação feita por Jacinta à Irmã Lúcia em julho de 1919, pouco antes de ir para o Hospital de Ourém: “Falta-me pouco para ir para o Céu. Tu ficas cá para dizeres que Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração de Maria. Quando for para dizeres isso, não te escondas. Diz a toda a gente que Deus nos concede as graças por meio do Coração Imaculado de Maria, que as peçam a Ela. Ah! se eu pudesse meter no coração de toda gente o lume que tenho cá dentro no peito a queimar-me e a fazer- me gostar tanto do Coração de Jesus e do Coração de Maria!”

(Revista Arautos do Evangelho, Março/2005, n. 39, p. 24-25)

13 de maio dia de Nossa Senhora de Fátima

Imagem Nossa Senhora de Fátima
Hoje 13 de maio comemoramos o dia de Nossa Senhora de Fátima, uma das mais recentes aparições de Maria diante da humanidade, com grandes revelações para a humanidade.
Nossa Senhora de Fátima fez sua aparição escolhendo três humildes pastorinhos, de famílias pobres, porém muito católicas e fiéis a Deus como seus mensageiros.
Esta aparição de Nossa Senhora ocorreu na cidade de Fátima em Portugal, no ano de 1917 quando o mundo passava pela Primeira Guerra Mundial, convocando o povo cristão à vivência do Evangelho com profundidade e fé.
Nossa Senhora de Fátima nos convida a viver na graça e na misericórdia com suas mensagens que devem atingir a todos.
Além de sua mensagem Nossa Senhora de Fátima revelou três segredos que hoje são mundialmente conhecidos aos 3 pastorinhos, sendo confirmados pela Igreja.
O local da Aparição de Nossa Senhora de Fátima foi transformado em um santuário, onde ocorrem hoje inúmeras peregrinações.

Cobertura Completa da Missa do 4º Domingo da Páscoa, Comemorando o dia das Mães, realizada na Paróquia de Nossa Senhora do Carmo - Parnamirim/RN às 18h no dia 12/05/2019